No mês em que se celebra a Independência do Brasil, o Cineclube “Galeria de Cinema” retrata a realidade social e política brasileira, com exibição de clássicos do cinema nacional, sempre às quartas-feiras, às 13 e às 18 horas, com entrada franca. A grande novidade do projeto, que se realiza desde abril, será a inclusão de um filme de curta-metragem antes de cada longa. As sessões ocorrem na Galeria de Artes do ICHF, situada no Campus do Gragoatá da UFF, Bloco O, térreo.
Dia 05, serão exibidos o curta “Poeminha biológico para JB” (2006), de Christian Caselli, e o longa “Terra em transe” (1967), de Glauber Rocha. Personagens típicas do Brasil de hoje e de ontem, os políticos corruptos - reais ou fictícios - estão no centro das narrativas de ambos.
Dia 12 é a vez de “Quem matou Elias Zi?” (1986), curta de Murilo Santos, seguido de “Vidas secas” (1963), de Nelson Pereira dos Santos. Aqui a personagem é o povo, o trabalhador rural e o retirante nordestino, expulsos de suas terras pela força dos homens e pela força da natureza, respectivamente.
Dia 19, o operariado entra em cena em “Eles não usam black tie” (1981), de Leon Hirszman, antecedido pelo curta “Criaturas” (2005), de Márcia Brêtas, onde temos já um ex-operário no poder.
Dia 26, tanto o plano geral do Brasil de “Cronicamente inviável” (2000), de Sérgio Bianchi, como o plano detalhe de “Ilha das flores” (1989), curta de Jorge Furtado, revelam a lógica perversa do sistema de exclusão social do país.
Após as sessões, o público presente poderá ainda debater os temas suscitados, ou deixar comentários on line acessando www.galeriadeartesdoichf.blogspot.com .
31.8.07
16.5.07
Exposição de obras do Museu de Imagens do InconscienteApresentações de teatro, música e performance
Exibição de filmes
Mesas Redondas
ENTRADA FRANCA
Istituto de Ciências Humanas e Filosofia (ICHF)
Campus do Gragoatá da UFF, Bloco O
Istituto de Ciências Humanas e Filosofia (ICHF)
Campus do Gragoatá da UFF, Bloco O
APRESENTAÇÃO:
Este ciclo de debates visa ampliar o diálogo entre diferentes perspectivas de análise e expressão do inconsciente e suas relações com a promoção da Saúde Mental, por meio de encontros entre as diferentes linguagens, abordagens e manifestações relacionadas à temática. Trata-se de um encontro, mas também desencontros, com estudiosos das teorias sobre o Inconsciente, das mostras de filmes, performances de pacientes e artes cênicas que abordam a temática na sua relação com a saúde mental.
A bela mostra de arte a ser trazida do Museu de Imagens do Inconsciente é de uma riqueza extraordinária ao nos fazer perceber que os esquizofrênicos, após o estilhaçamento do seu ser, o re-constroem e o expressam através do mundo das imagens, repletas de cores, afetos e significados.
Assim, acreditamos ser um raro momento para a comunidade acadêmica da UFF e para a comunidade em geral, a oportunidade desse ciclo de debates e da mostra de artes plásticas do Museu de Imagens do Inconsciente que, com reconhecimento internacional tanto no campo acadêmico quanto cultural, estará pela primeira vez em Niterói.
Francisco de Assis Palharini
Diretor do Instituto de Ciências Humanas e Filosifia da UFF
Diretor do Instituto de Ciências Humanas e Filosifia da UFF
PROGRAMAÇÃO:
Mandalas e Inconscientes
De 16/05 a 1º/06, no Instituto de Ciências Humanas e Filosofia (ICHF)
Campus do Gragoatá da UFF, Bloco O
ENTRADA FRANCA
Mandalas e Inconscientes
De 16/05 a 1º/06, no Instituto de Ciências Humanas e Filosofia (ICHF)
Campus do Gragoatá da UFF, Bloco O
ENTRADA FRANCA
Dia 16/05, 4ª feira:
18h: Abertura: A Luta Antimanicomial em Niterói
Local: Auditório do ICHF (Bl.O - 2º andar)
19h: Conferência de Abertura
Local: Auditório do ICHF (Bl.O - 2º andar)
Edmar Oliveira - Diretor do Instituto Municipal Nise da Silveira
Eduardo Rocha - Diretor do Hospital Psiquiátrico Jurujuba
20h30: Coquetel de Abertura da Exposição “Mandala”
Local: Galeria de Artes do ICHF (Bl.O - térreo)
Obras do acervo do Museu de Imagens do Inconsciente
Local: Auditório do ICHF (Bl.O - 2º andar)
19h: Conferência de Abertura
Local: Auditório do ICHF (Bl.O - 2º andar)
Edmar Oliveira - Diretor do Instituto Municipal Nise da Silveira
Eduardo Rocha - Diretor do Hospital Psiquiátrico Jurujuba
20h30: Coquetel de Abertura da Exposição “Mandala”
Local: Galeria de Artes do ICHF (Bl.O - térreo)
Obras do acervo do Museu de Imagens do Inconsciente
De 17/05 a 1º/06, de 2ª a 6ª feira, das 14 às 20h:
Exposição “Mandala”
Local: Galeria de Artes do ICHF (Bl.O – térreo)
Exposição “Mandala”
Local: Galeria de Artes do ICHF (Bl.O – térreo)
Dia 17/05, 5ª feira:
18h: Exibição do filme “Moacir Arte Bruta”, de Walter Carvalho
Local: Auditório do ICHF (Bl.O - 2º andar)
Debate com Lula Vanderlei – Diretor do Espaço Aberto ao Tempo
Local: Auditório do ICHF (Bl.O - 2º andar)
Debate com Lula Vanderlei – Diretor do Espaço Aberto ao Tempo
Dia 18/05, 6ª feira: Dia Nacional da Luta Antimanicomial
Dia 21/05, 2ª feira:
17h: Apresentação do grupo teatral Pirei na Cena
Local: Tablado do ICHF (Bl.O - Pilotis)
Clientes em Saúde Mental - Hospital Psiquiátrico Jurujuba
Coordenação: Cláudia Simoni)
Local: Tablado do ICHF (Bl.O - Pilotis)
Clientes em Saúde Mental - Hospital Psiquiátrico Jurujuba
Coordenação: Cláudia Simoni)
18h: Mesa Redonda: A Clínica do Cuidado na Contemporaneidade
Local: Auditório do ICHF (Bl.O - 2º andar)
Eduardo Passos - Psicologia/UFF e CAPS
Silvia Tedesco - Psicologia/UFF
Cláudia Mara de Melo Tavares - Enfermagem/UFF
Local: Auditório do ICHF (Bl.O - 2º andar)
Eduardo Passos - Psicologia/UFF e CAPS
Silvia Tedesco - Psicologia/UFF
Cláudia Mara de Melo Tavares - Enfermagem/UFF
Dia 22/05, 3ª feira:
18h: Exibição do filme “Bicho de 7 cabeças”, de Laís Bodansky
Local: Auditório do ICHF (Bl.O - 2º andar)
Debate com Austregésilo Carrano Bueno, autor do livro “Canto dos Malditos”, que inspirou o filme.
Local: Auditório do ICHF (Bl.O - 2º andar)
Debate com Austregésilo Carrano Bueno, autor do livro “Canto dos Malditos”, que inspirou o filme.
Dia 23/05, 4ª feira:
17h: Apresentação do grupo musical Cancioneiros do IPUB
Local: Tablado do ICHF (Bl.O - Pilotis)
Clientes em Saúde Mental - IPUB/UFRJ (Coordenação: Vandré Vidal)
Local: Tablado do ICHF (Bl.O - Pilotis)
Clientes em Saúde Mental - IPUB/UFRJ (Coordenação: Vandré Vidal)
18h: Mesa Redonda: Saúde Mental e Universidade
Local: Auditório do ICHF (Bl.O - 2º andar)
Francisco Leonel - Psicologia/UFF
Patrícia Schimid - Gerente Médica do Instituto Municipal Nise da Silveira
Helcio Fernandes Mattos - Diretor do Instituto da Saúde da Comunidade
Maritelma Vieira dos Santos - Coordenadora do Programa de Saúde Mental de Niterói
Moderadora: Profª. Anelize Araújo - Psicologia/UFF
Local: Auditório do ICHF (Bl.O - 2º andar)
Francisco Leonel - Psicologia/UFF
Patrícia Schimid - Gerente Médica do Instituto Municipal Nise da Silveira
Helcio Fernandes Mattos - Diretor do Instituto da Saúde da Comunidade
Maritelma Vieira dos Santos - Coordenadora do Programa de Saúde Mental de Niterói
Moderadora: Profª. Anelize Araújo - Psicologia/UFF
Dia 24/05, 5ª feira:
18h: Exibição do filme “Estamira”, de Marcos Prado
Local: Auditório do ICHF (Bl.O - 2º andar)
Local: Auditório do ICHF (Bl.O - 2º andar)
Dia 28/05, 2ª feira:
17h: Apresentação do grupo musical Harmonia Enlouquece
Local: Tablado do ICHF (Bl.O - Pilotis)
Clientes em Saúde Mental - CPRJ (Coordenação: Sidney M. Dantas)
Local: Tablado do ICHF (Bl.O - Pilotis)
Clientes em Saúde Mental - CPRJ (Coordenação: Sidney M. Dantas)
18h: Mesa Redonda: Olhares sobre o Inconsciente
Local: Auditório do ICHF (Bl.O - 2º andar)
Walter Boechat - Instituto Jungiano
Letícia Balbi - Psicologia/UFF
Bethania Sampaio C. Mariani - Letras/UFF
Regina Benevides - Psicologia/UFF
Moderador: Prof. Paulo Vidal - Psicologia/UFF
Local: Auditório do ICHF (Bl.O - 2º andar)
Walter Boechat - Instituto Jungiano
Letícia Balbi - Psicologia/UFF
Bethania Sampaio C. Mariani - Letras/UFF
Regina Benevides - Psicologia/UFF
Moderador: Prof. Paulo Vidal - Psicologia/UFF
Dia 29/05, 3ª feira
18h: Mesa Redonda: Arte, Clínica e Loucura
Com exibição do filme “Estrela de 8 pontas”, de Fernando Diniz e Marcos Magalhães
Local: Auditório do ICHF (Bl.O - 2º andar)
Gladys Schincariol - Museu de Imagens do Inconsciente
Gilberto Gouma - Produção Cultural/UFF
Marcos Magalhães - Diretor do filme
Cristina Rauter - Psicologia/UFF
Moderadora: Profª. Maria Lídia Alencar - Psicologia/UFF
Com exibição do filme “Estrela de 8 pontas”, de Fernando Diniz e Marcos Magalhães
Local: Auditório do ICHF (Bl.O - 2º andar)
Gladys Schincariol - Museu de Imagens do Inconsciente
Gilberto Gouma - Produção Cultural/UFF
Marcos Magalhães - Diretor do filme
Cristina Rauter - Psicologia/UFF
Moderadora: Profª. Maria Lídia Alencar - Psicologia/UFF
Dia 30/05, 4ª feira
19h30: Encerramento: Apresentação de performance e música com os grupos O Prazer é Todo Seu e Sistema Nervoso Alterado
Local: Tablado do ICHF (Bl.O - Pilotis)
Clientes em Saúde Mental - Espaço Aberto ao Tempo (Coordenação: Lula Vanderlei)
Local: Tablado do ICHF (Bl.O - Pilotis)
Clientes em Saúde Mental - Espaço Aberto ao Tempo (Coordenação: Lula Vanderlei)
Realização:
UFF - Universidade Federal Fluminense
ICHF - Instituto de Ciências Humanas e Filosofia
GSI - Departamento de Psicologia da UFF
SPA - Serviço de Psicologia Aplicada
Galeria de Artes do ICHF
UFF - Universidade Federal Fluminense
ICHF - Instituto de Ciências Humanas e Filosofia
GSI - Departamento de Psicologia da UFF
SPA - Serviço de Psicologia Aplicada
Galeria de Artes do ICHF
Apoio:
Instituto Municipal Nise da Silveira
Museu de Imagens do Inconsciente
NUCS - Núcleo de Comunicação Social da UFF
RIOFILME
EDG Gráfica
Instituto Municipal Nise da Silveira
Museu de Imagens do Inconsciente
NUCS - Núcleo de Comunicação Social da UFF
RIOFILME
EDG Gráfica
15.5.07
2.5.07
Panorama histórico de regimes socialistas do séc. XX é tema de maio na "Galeria de Cinema"

A programação de maio do projeto "Galeria de Cinema" apresenta um panorama do que se pode chamar de cinema socialista, com produções da extinta União Soviética, de Cuba e da Alemanha, numa seqüência cronológica que analisa alguns dos grandes momentos históricos do século XX. As sessões acontecem às quartas-feiras, às 10 e às 18h, no Instituto de Ciências Humanas e Filosofia (ICHF), Sala 510, com entrada franca.
A trajetória começa em 1905, na Rússia czarista, com a revolta dos marinheiros de "O Encouraçado Potemkin" (URSS, 1925), de Sergei Eisenstein, dia 2, às 10 e às 18h;
Segue-se com a Revolução Soviética de 1917 em "Outubro" (URSS, 1928), de Sergei Eisenstein, dia 9, às 10 e às 18h;
"Memórias do Subdesenvolvimento" (Cuba, 1968), de Tomás Gutiérrez Alea, apresenta um panorama dos primeiros anos da Revolução Cubana, dia 16, às 10h;
"Morango e Chocolate" (Cuba, 1994), de Tomás Gutiérrez Alea e Juan Carlos Tabío, aprofunda a análise sobre a sociedade e o regime cubanos do final da década de 70, dia 23, às 10h.
"Adeus, Lenin!" (Alemanha, 2003), de Wolfgang Becker, encerra a mostra com a queda do muro de Berlim, dia 30, às 10h.
Após as sessões, o público presente ainda poderá debater os temas suscitados.
A trajetória começa em 1905, na Rússia czarista, com a revolta dos marinheiros de "O Encouraçado Potemkin" (URSS, 1925), de Sergei Eisenstein, dia 2, às 10 e às 18h;
Segue-se com a Revolução Soviética de 1917 em "Outubro" (URSS, 1928), de Sergei Eisenstein, dia 9, às 10 e às 18h;
"Memórias do Subdesenvolvimento" (Cuba, 1968), de Tomás Gutiérrez Alea, apresenta um panorama dos primeiros anos da Revolução Cubana, dia 16, às 10h;
"Morango e Chocolate" (Cuba, 1994), de Tomás Gutiérrez Alea e Juan Carlos Tabío, aprofunda a análise sobre a sociedade e o regime cubanos do final da década de 70, dia 23, às 10h.
"Adeus, Lenin!" (Alemanha, 2003), de Wolfgang Becker, encerra a mostra com a queda do muro de Berlim, dia 30, às 10h.
Após as sessões, o público presente ainda poderá debater os temas suscitados.
25.4.07
18.4.07
11.4.07
4.4.07
27.3.07
28.11.06

Começa nesta terça, dia 28, a exposição de fotos "A alma do vidro", realizada pelo Instituto de Ciências Humanas e Filosofia (ICHF) em parceria com a Sociedade Fluminense de Fotografia (SFF). Até o dia 15/12, das 15 às 19h, o público poderá conferir trabalhos de diversos fotógrafos sobre o tema, com entrada franca. A Galeria de Artes do ICHF fica no Campus do Gragoatá da UFF, Bloco O, térreo.
7.11.06
31.10.06
19.9.06
18.9.06

O Instituto de Ciências Humanas e Filosofia (ICHF) promete movimentar o Campus com intensas programações culturais a partir deste mês, com uma curadoria própria para a Galeria de Artes. A Mostra Curta Todo Dia marca a reinauguração do Espaço Cultural e da Galeria, com a exibição de mais 40 filmes e vídeos de curta-metragem selecionados do vasto acervo de produções audiovisuais da UFF.
De 18 a 29/09, no intervalo entre uma aula e outra - entre 17h30 e 18h30 -, os alunos do Instituto poderão conferir alguns dos melhores curtas de todos os tempos realizados por alunos de Cinema, além de comentar os filmes e debater os temas suscitados no endereço virtual http://www.curtatododia.blogspot.com/.
A cada dia, um tema em foco: curtas lançados este ano; adaptações da literatura; curtas que abordam a relação entre realidade e ficção; filmes ambientados no período da ditadura militar; filmes de animação; ficções e documentários ambientados em bares e cabarés; curtas que dialogam com a incomunicabilidade; curtas que retratam relações entre homens e mulheres ou a mulher em situações diversas; curtas os mais diversos.
Muitos dos filmes aqui reunidos colecionam prêmios em diversos festivais nacionais e internacionais, e alguns de seus diretores, cineastas formados, estão em plena atividade na área, enriquecendo o cinema nacional com sua formação universitária.
Eis, aqui, o melhor do Cinema da UFF. Curta Todo Dia!
Beatriz Tavares
Curadora da Galeria de Artes
Curadora da Galeria de Artes
PROGRAMAÇÃO:
18/09 (2a feira): Da última geração
“Trocadim, dotô” (2006), de Daniel Paiva
“Frio” (2006), de Álvaro Furloni
“Fim de Expediente” (2006), de Alexandre Sivolella Barreiro
“Hora Extra” (2006), de Davi Kolb
18/09 (2a feira): Da última geração
“Trocadim, dotô” (2006), de Daniel Paiva
“Frio” (2006), de Álvaro Furloni
“Fim de Expediente” (2006), de Alexandre Sivolella Barreiro
“Hora Extra” (2006), de Davi Kolb
19/09 (3a feira): Da página pra tela
“Ruivos” (2004), de Aristeu Araújo
“Epifania de mamãe” (2005), de Dostoiewski Mariatt
“Tentação” (1982), de Edilson Vidal e Teresa Andréa
“Boca a Boca” (2003), de Allan Ribeiro
“Arábia” (2000), de Tiago Morena
“WM” (2003), de Bernardo Ururahy e Juan Carlos González
“Ruivos” (2004), de Aristeu Araújo
“Epifania de mamãe” (2005), de Dostoiewski Mariatt
“Tentação” (1982), de Edilson Vidal e Teresa Andréa
“Boca a Boca” (2003), de Allan Ribeiro
“Arábia” (2000), de Tiago Morena
“WM” (2003), de Bernardo Ururahy e Juan Carlos González
20/09 (4a feira): Realidade ou ficção?
“Um filme para cinema” (1979), de Luelane Corrêa
“Violurb” (1985), de Cleumo Segond
“Era Araribóia um astronauta?” (1998), de Tetê Mattos
“Um filme para cinema” (1979), de Luelane Corrêa
“Violurb” (1985), de Cleumo Segond
“Era Araribóia um astronauta?” (1998), de Tetê Mattos
21/09 (5a feira): Torturas nunca mais
“Os donos da morte” (2001), de Alexandre Guerreiro
“PSW – Uma crônica subversiva” (1987), de Paulo Halm e Luiz Arnaldo Campos
22/09 (6a feira): Miscelânea 1
“Artaud e seu duplo” (2005), de Fábio Terre
“O perdedor” (2006), de Vitor Leobons
“Dinheiro” (1989), de Aaron Koenig e Christina Koenig
“Bach Experimental” (1990), direção coletiva
“Uma casa muito engraçada” (1996), de Toshie Nishio
“Gêmeos” (2002), de André Metello
“Dia internacional da preguiça e contra a inércia” (2002), de Candy Saavedra e Carla Miguelote
“Os donos da morte” (2001), de Alexandre Guerreiro
“PSW – Uma crônica subversiva” (1987), de Paulo Halm e Luiz Arnaldo Campos
22/09 (6a feira): Miscelânea 1
“Artaud e seu duplo” (2005), de Fábio Terre
“O perdedor” (2006), de Vitor Leobons
“Dinheiro” (1989), de Aaron Koenig e Christina Koenig
“Bach Experimental” (1990), direção coletiva
“Uma casa muito engraçada” (1996), de Toshie Nishio
“Gêmeos” (2002), de André Metello
“Dia internacional da preguiça e contra a inércia” (2002), de Candy Saavedra e Carla Miguelote
25/09 (2a feira): Bares
“Bar Natal” (1984), de Wilson Paraná
“Onde a noite acaba” (2005), de Poliana Paiva
“Perdi a cabeça na linha do trem” (1992), de Estevão Ciavatta Pantoja
“Papo de Botequim” (2004), de Allan Ribeiro
“Bar Natal” (1984), de Wilson Paraná
“Onde a noite acaba” (2005), de Poliana Paiva
“Perdi a cabeça na linha do trem” (1992), de Estevão Ciavatta Pantoja
“Papo de Botequim” (2004), de Allan Ribeiro
26/09 (3a feira): Cabarés
“Na calada da noite” (1986), de Luiz Arnaldo Campos e Paulo Halm
“O vestido dourado” (2000), de Aleques Eiterer, Alexandre Guerreiro, Alexandre Seigarro, Flávio Magalhães e Renata Abreu
“Meninas” (2005), de Dostoiewski Mariatt e Rafael Leal
“Na calada da noite” (1986), de Luiz Arnaldo Campos e Paulo Halm
“O vestido dourado” (2000), de Aleques Eiterer, Alexandre Guerreiro, Alexandre Seigarro, Flávio Magalhães e Renata Abreu
“Meninas” (2005), de Dostoiewski Mariatt e Rafael Leal
27/09 (4a feira): Diálogos
“Fragmento de uma mulher sozinha” (2002), de Poliana Paiva e Camila Márquez
“Vê que não estou chorando” (2005), de Dostoiewski Mariatt e Rafael Leal
“Um sol alaranjado” (2001), de Eduardo Valente
“A caixa preta” (1994), de Alexandre Plosk
“Terral” (1995), de Eduardo Nunes
“Vê que não estou chorando” (2005), de Dostoiewski Mariatt e Rafael Leal
“Um sol alaranjado” (2001), de Eduardo Valente
“A caixa preta” (1994), de Alexandre Plosk
“Terral” (1995), de Eduardo Nunes
28/09 (5a feira): Elas&Elos
“Cão Guia” (1999), de Gustavo Acioli
“Oi Laura, oi Luis” (1998), de Márcio Melges
“Gostosa” (1991), de Pablo Torres Lacal, Márcia Nascimento, Alexandre Plosk e Cléber Rezende
“Meninas” (1997), de Paula Alves
“A aparição de Madalena” (2005), de Fernando Secco
“Amor que fica” (2005), de Lara Dezan
“Cão Guia” (1999), de Gustavo Acioli
“Oi Laura, oi Luis” (1998), de Márcio Melges
“Gostosa” (1991), de Pablo Torres Lacal, Márcia Nascimento, Alexandre Plosk e Cléber Rezende
“Meninas” (1997), de Paula Alves
“A aparição de Madalena” (2005), de Fernando Secco
“Amor que fica” (2005), de Lara Dezan
29/09 (6a feira): Miscelânea 2
“O Palhaço Xupeta” (1996), de Carlos Sanches e André Luiz Sampaio
“Kaiju Eiga” (1996), direção coletiva
“Nictheroy em foco” (1988), de Gustavo Cascon, Paulo André Lima, Marcos Santos Lima, Geison Santana e Luiz Guimarães de Castro
“O combustível do futuro” (1989), de Gustavo Cascon
“Uma estrela pra Ioiô” (2003), de Bruno Safadi
“O Palhaço Xupeta” (1996), de Carlos Sanches e André Luiz Sampaio
“Kaiju Eiga” (1996), direção coletiva
“Nictheroy em foco” (1988), de Gustavo Cascon, Paulo André Lima, Marcos Santos Lima, Geison Santana e Luiz Guimarães de Castro
“O combustível do futuro” (1989), de Gustavo Cascon
“Uma estrela pra Ioiô” (2003), de Bruno Safadi
14.9.06
Entrevista para a Folha Dirigida
Roberta Fernandes (Folha Dirigida) - Desde quando existe o espaço? Quanto tempo ficou fechado?
Beatriz Tavares (Geleria de Artes do ICHF) - O espaço físico não estava fechado. Só não estava sendo bem utilizado para fins culturais. Há, lá, com freqüência, apenas os ensaios do Coral da UFF. Não havia uma curadoria própria para a Galeria de Artes que promovesse atividades culturais lá. Sobre o surgimento do espaço, o Prof. Palharini poderá informá-la melhor.
RF - De que forma foi possível a reinauguração? De onde vieram as verbas, iniciativa etc?
BT - Bastou a criação de uma curadoria própria para a Galeria de Artes do ICHF. Não houve necessidade de verbas para a reinauguração. Usamos a estrutura de que a Universidade dispõe. O Prof. Palharini já há algum tempo desejava reativar o espaço. Eu ingressei como funcionária do Instituto no último concurso público. Como tenho formação na área artística (Cinema), o Prof. Palharini me indicou para a curadoria da Galeria de Artes e começamos a elaborar projetos próprios para o espaço, visando transformá-lo numa referência cultural dentro e fora da Universidade. A iniciativa é do ICHF, com apoio do Instituto de Arte e Comunicação Social (IACS) e do Núcleo de Comunicação Social (NUCS) da UFF.
RF - Qual foi a sua participação neste processo?
BT - Elaboração da programação e produção do evento.
RF - Quais os benefícios a reabertura do espaço proporcionam à universidade?
BT - A qualidade da Universidade Pública consiste no fato de ela não ser apenas um centro de formação profissional, mas também um ambiente de formação humana, produção de conhecimento, em que se integram ensino, pesquisa e extensão. A proliferação de espaços culturais contribui para essa formação integrada e completa. Cria um ambiente de socialização, reflexão, crítica, produção, criatividade. A arte humaniza o homem. Em oposição à formação mecanizada que se prolifera no "mercado de ensino" visando dar retorno unicamente ao mercado, a Universidade Pública promove uma formação humanizada visando dar retorno à sociedade. A reinauguração do Espaço Cultural e da Galeria de Artes do ICHF deverá contribuir para isso na UFF.
RF - Por que foi escolhida a Mostra Curta Todo Dia para reabrir o espaço? Os alunos que produzem cultura na UFF sentiam falta de um espaço para apresentar suas produções?
BT - Para a reinauguração do espaço, quisemos valorizar a produção interna. O curso de Cinema da UFF é um dos melhores do Brasil e sem dúvida o melhor do Estado do Rio de Janeiro, com uma produção intensa e de grande qualidade. Muitos dos filmes a serem exibidos colecionam prêmios em diversos festivais nacionais e internacionais e alguns de seus diretores, já formados, estão em plena atividade na área, enriquecendo o cinema nacional com sua formação universitária. Fizemos uma seleção que inclui filmes realizados desde a década de 70 até os lançados em 2006 - um panorama de toda essa produção. Não há, no Brasil, uma política de exibição de curta-metragem, e são poucos os festivais voltados para a produção universitária (um dos principais, o Festival Brasileiro de Cinema Universitário, é também promovido pela UFF). A Mostra Curta Todo Dia tanto possibilita aos alunos a exibição de seus filmes, como ao público tomar conhecimento dessa produção. Cabe ressaltar, no entanto, que o espaço não se restringirá à produção que é realizada no âmbito da Universidade. Já temos um projeto para novembro a ser realizado em parceria com o Instituto Municipal Nise da Silveira, que incluirá exposição de obras do Museu de Imagens do Inconsciente e outras atividades artísticas que abordem como tema a relação entre arte e loucura.
Beatriz Tavares (Geleria de Artes do ICHF) - O espaço físico não estava fechado. Só não estava sendo bem utilizado para fins culturais. Há, lá, com freqüência, apenas os ensaios do Coral da UFF. Não havia uma curadoria própria para a Galeria de Artes que promovesse atividades culturais lá. Sobre o surgimento do espaço, o Prof. Palharini poderá informá-la melhor.
RF - De que forma foi possível a reinauguração? De onde vieram as verbas, iniciativa etc?
BT - Bastou a criação de uma curadoria própria para a Galeria de Artes do ICHF. Não houve necessidade de verbas para a reinauguração. Usamos a estrutura de que a Universidade dispõe. O Prof. Palharini já há algum tempo desejava reativar o espaço. Eu ingressei como funcionária do Instituto no último concurso público. Como tenho formação na área artística (Cinema), o Prof. Palharini me indicou para a curadoria da Galeria de Artes e começamos a elaborar projetos próprios para o espaço, visando transformá-lo numa referência cultural dentro e fora da Universidade. A iniciativa é do ICHF, com apoio do Instituto de Arte e Comunicação Social (IACS) e do Núcleo de Comunicação Social (NUCS) da UFF.
RF - Qual foi a sua participação neste processo?
BT - Elaboração da programação e produção do evento.
RF - Quais os benefícios a reabertura do espaço proporcionam à universidade?
BT - A qualidade da Universidade Pública consiste no fato de ela não ser apenas um centro de formação profissional, mas também um ambiente de formação humana, produção de conhecimento, em que se integram ensino, pesquisa e extensão. A proliferação de espaços culturais contribui para essa formação integrada e completa. Cria um ambiente de socialização, reflexão, crítica, produção, criatividade. A arte humaniza o homem. Em oposição à formação mecanizada que se prolifera no "mercado de ensino" visando dar retorno unicamente ao mercado, a Universidade Pública promove uma formação humanizada visando dar retorno à sociedade. A reinauguração do Espaço Cultural e da Galeria de Artes do ICHF deverá contribuir para isso na UFF.
RF - Por que foi escolhida a Mostra Curta Todo Dia para reabrir o espaço? Os alunos que produzem cultura na UFF sentiam falta de um espaço para apresentar suas produções?
BT - Para a reinauguração do espaço, quisemos valorizar a produção interna. O curso de Cinema da UFF é um dos melhores do Brasil e sem dúvida o melhor do Estado do Rio de Janeiro, com uma produção intensa e de grande qualidade. Muitos dos filmes a serem exibidos colecionam prêmios em diversos festivais nacionais e internacionais e alguns de seus diretores, já formados, estão em plena atividade na área, enriquecendo o cinema nacional com sua formação universitária. Fizemos uma seleção que inclui filmes realizados desde a década de 70 até os lançados em 2006 - um panorama de toda essa produção. Não há, no Brasil, uma política de exibição de curta-metragem, e são poucos os festivais voltados para a produção universitária (um dos principais, o Festival Brasileiro de Cinema Universitário, é também promovido pela UFF). A Mostra Curta Todo Dia tanto possibilita aos alunos a exibição de seus filmes, como ao público tomar conhecimento dessa produção. Cabe ressaltar, no entanto, que o espaço não se restringirá à produção que é realizada no âmbito da Universidade. Já temos um projeto para novembro a ser realizado em parceria com o Instituto Municipal Nise da Silveira, que incluirá exposição de obras do Museu de Imagens do Inconsciente e outras atividades artísticas que abordem como tema a relação entre arte e loucura.
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